Publicado em Poemas

Os créditos sempre rolam quando o filme chega ao final.

     
O caso era sério.
Era o cansaço, a tristeza que batia no fim de semana.
O passado que voltava à noite.
Os fantasmas, os zumbis das pessoas amadas.

Ela fingiu não mais amar.
Ela fingiu não se importar.
Ela fingiu e fugiu.

Já não era mais a mesma.
O abandono, o descaso, tudo e todos a consumiram e deixaram o ossos para o acaso.
Cansaço.
Passado.
Aquele que não sumia, apesar de todas suas tentativas.

Por fim,
o fim.
Daqueles que sucedem um filme ruim
(muito ruim)
como sua vida não podia deixar de ser.

Afinal,
a estrela era ela.
E brilho,
nem mesmo no olhar.

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Autor:

Minha profissão é mentir sobre tudo bem o suficiente para que vocês acreditem.

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