Publicado em O que danado for, Poemas

Soneto de um amor platônico

Essa semana fiz uma limpeza nos papeis que guardava a muito tempo numa caixa no fundo do meu armário, e qual não foi a minha surpresa em encontrar textos há muito esquecidos e que mereciam serem postados aqui.

Esse abaixo é o primeiro que achei que valia a pena postar, um soneto para alguém por quem eu achava ser apaixonada. Pra ser completamente honesta, se não fosse pela data do poema, nem lembraria pra quem dediquei.

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Na solidão de um quarto

encontra conforto na tinta,

na caneta e no papel.

Se esconde algo,

não sei.

Mas se afasta

quando eu me aproximo.

Mas dançamos a mesma sinfonia:

ele de números

eu de letras

sozinhos em nosso mundo

circundados pelo universo

de distância do amor.

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Autor:

Minha profissão é mentir sobre tudo bem o suficiente para que vocês acreditem.

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