As águas do (a)mar

       Algo me impede de olhar pra trás. De te ver novamente. De repensar os nossos atos, de relembrar os nossos momentos, de sentir a tua falta. Falta do teu sorriso. Do teu perfume. De você. Eu sei que não deveria andar com o passado, mas ele é um amigo tão bom e me entende tão bem… E você sabe que eu gosto de errar. Eu me apego aos meus erros, e você sabe muito bem disso. Afinal, não me apeguei a você?            
       As águas te levaram e eu me joguei do barco, na esperança de cair nos teus braços. Mas o mar é cruel. O mar engana. Assim como você. E eu me afoguei.

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